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Um novo olhar para os setores de Vinhos e Cachaças

Um novo olhar para um dos setores que mais crescem no Brasil e que abrange do campo ao copo. Vinho e cachaça têm cadeias produtivas longas, alto nível de ocupação e de geração de riqueza e impostos - Por Zoraida Lobato

Em mais de 30 anos atuando no setor de bebidas adultas no Brasil, pudemos acompanhar de perto o crescimento desse segmento, que envolve uma cadeia produtiva robusta, composta por uma miríade de elos. Tem início no campo, na atividade agrícola, e termina no mais pulverizado varejo, atuando quase sempre como lubrificante social e ansiolítico, proporcionando no mais das vezes bem estar, alegria e acompanhando momentos de lazer. Mas não podemos deixar de acentuar que é um setor que gera empregos, riqueza, renda e impostos, e ainda traz divisas para o país.

No Brasil, a indústria de bebidas emprega mais de 120 mil pessoas em mais de 5 mil empresas de diferentes tamanhos, de pequenas empresas a gigantes corporações. E com um mercado tão grande, quase tudo o que é fabricado no país é para consumo interno. Ainda temos um mercado enorme para crescer, tanto internamente quanto na conquista de mercados externos.

Por isso, o mercado de bebidas tem crescentemente atraído novos investimentos. Segundo pesquisa da Euromonitor International feita em 2018 no Brasil, a cerveja é a bebida alcoólica mais consumida pelos brasileiros. Em segundo lugar, está a cachaça. O top five de bebidas alcoólicas consumidas no Brasil se completa com o vinho, que vem em terceiro lugar; bebidas mistas em quarto posto e a vodca em quinto.

Por isso nada mais justo que esse setor econômico produtivo encontre seu espaço próprio para receber seus players, compradores, formadores de opinião, enfim todos os inúmeros profissionais que formam sua comunidade.

Em todos os países do mundo onde essa indústria é forte, existe uma feira para aglutinar esse grupo setorial. Nada mais justo que o Brasil também tenha a sua feira profissional.

Para isso foi desenvolvida a Feira do Brasil. A São Paulo Wine e Cachaça Trade Fair, que está na sua oitava edição, recebe todos os anos produtores de vinhos e cachaças, empresas fabricantes de equipamentos para a indústria de bebidas, desde fabricantes de tratores, insumos, indústria gráfica, serviços.

A Feira tem como objetivo unir todos os elos da cadeia em um mesmo espaço. Além dos elos da indústria, trazer para a mesa de debate, em busca de soluções para o desenvolvimento do setor e da nação, entidades governamentais, academias, escolas e institutos de pesquisas.

A cidade de São Paulo foi escolhida como sede por ser o maior centro comercial da América Latina. Aqui nós conseguimos reunir compradores e vendedores de todos os Estados da Federação, conseguimos capitalizar resultados significativos na mídia nacional, e nos posicionarmos para a janela internacional, atraindo compradores de vários países.

Com apoio de fundamentais parceiros, como a Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo; a ADVB – Associação do Dirigentes de Vendas do Brasil; a ACSP – Associação Comercial de São Paulo; a EMBRAPA UVA E VINHO; o IBRAC – Instituto Brasileiro da Cachaça; a SP VINHO; a CONSEVITIS – Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul; a ANPAQ – Associação Nacional de Produtores de Cachaça de Qualidade e várias outras importantes entidades, o evento conseguiu atingir seu objetivo de ter a representatividade do setor.

Recebe esse ano mais de 200 empresas, com expectativa de gerar mais de 30 milhões de reais em negócios, e receber mais de 10 mil visitantes.

Se para você vinho e/ou cachaça são mais do que prazer, são o seu negócio, venha conhecer a São Paulo Wine & Cachaça Trade Fair. De 25 a 27 de março de 2024 no Expo Center Norte.
Site: www.winetradefair.com.br

 

Zoraida Lobato – CEO na MP Editora e Event e sócia-fundadora da SP Wine Trade Fair, empreendedora, líder empresarial, marketing influencer, comunicadora, especialista em eventos, gestora de negócios, apaixonada por fazer e descobrir, mentalidade de startup, realizações globais. Trabalha com a transformação e a disrupção para mudar e melhorar a vida das pessoas. Como ativista feminista trouxe para o Brasil o grupo “Womens High Tech” empresárias e executivas que atuam no setor de tecnologia. Que tem como objetivo ajudar mulheres na capacitação para esse setor em vários níveis de atuação. Participou do Fórum Mulheres de negócios na América Latina, na Universidade de Stanford na Califórnia como palestrante. Introduzindo o tema de comportamento das mulheres latinas americanas no mercado executivo. E membro da associação americana NAFE — National Association for Female Executive, com sede em Nova York, associação com mais de 60.000 mulheres executivas.

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